sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Phad Thai à chegada

Quando o Mr Wa San me deixou na Fundação não estava ninguém para me receber. Disse-me, entre o tailandês e o inglês, que subisse até ao segundo andar. Assim foi. Quando cheguei à porta do andar em que viria a acomodar-me, estavam uma série de sapatos à porta, por isso tirei os meus também - este é um ritual budista que se cumpre quer nos templos, quer em casa daqueles que seguem esta religião. Aproximei-me e deparei-me com três voluntários sentados nos sofás a conversar - dois brasileiros e um holandês. 
Não tardaram em fazer-me as honras da casa e indicaram-me o quarto onde iria ficar. Há quatro quartos na fundação, dois deles têm ligação com aquele onde estou; são uma espécie de camaratas com beliches. 
Depois de me deitar uns instantes e de arrumar a bagagem, fomos jantar. 
Provei finalmente o famoso Phad Thai, num restaurante de rua que dizem ser o melhor da cidade nesta iguaria. Se é o melhor ou não, ainda é cedo para o dizer, mas estava delicioso. Acompanhamos com cerveja fresca e com uma boa conversa. 
Foi impossível sentir-me sozinha ou nostálgica depois de uma receção multicultural tão agradável. Não precisamos de nos conhecer muito bem, sabemos que estamos aqui por motivos semelhantes. É isso que nos identifica e que automaticamente nos aproxima. 
  
Phad Thai

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